FAÇO MINHAS, AS PALAVRAS DO ZÉ (COM ALGUNS ACRECIMOS! EM LETRA MAIUSCULAS):
Estou de consciência limpa fiz o meu melhor, E SEI DA MINHA CAPACIDADE E DO POTENCIAL DAS MINHAS PROPOSTAS! DENTRO DA "NORMALIDADE" NÃO SERIAM APENAS 28 VOTOS!... o mal venceu a esperança, mas nem por isso ela morre, somente adia o sonho. O sonho é o dia que o povo de Praia Grande tenha oportunidades de se informar e discernir o que é certo e errado, ai nunca mais se venda para politicos corruptos que fizeram campanha com nosso dinheiro, E DE FORMA TOTAL EGOISTA, mas a justiça tarda mas não falha! Obrigado aos meus amigos que compartilham deste sonho comigo, saibam que sou guerreiro e já estou em campo novamente, E VOU CONTINUAR DESENVOVENDO O MEU TRABALHO SOCIAL, ATRAVÉS DA MINHA INSTITUIÇÃO! Metade da nossa cidade votou certo, a outra metade foi comprada, INCLUSIVE GENTE MUITO PROXIMA... NAO POSSO PROVAR, MAS SEI QUE FUI SABOTADO, SENDO UM DOS MAIS PREJUDICADO! O sabor da vitória comprada não supera a garra e a honradez daqueles que não venceram, por que entre esses dois campos, só um detalhe fez a vitória; o dinheiro empregado de forma nojenta e desleal, pelos vencedores! Mas o povo adiou o sonho, que virá pois o convivio de várias serpentes diferenciadas, no mesmo ninho, nunca deu certo! Obrigado novamente a todos, PELOS QUASE 3.000 ACESSOS NO MEU SITE E TODOS EMAILS RECEBIDOS COM APOIO!....
QUERO DEIXAR CLARO QUE, ISTO NÃO É CHORO DE PERDEDOR, (POIS ENTREI NESTA SABENDO DOS RISCOS, E NÃO HA O QUE FAZER), MAS É A MANIFESTAÇÃO DE ALGUEM QUE SEMPRE LUTOU POR TUDO NESTA VIDA, COM MUITA HOMBRIDADE, MUITA LUTA E ESTA CANSADO DE TANTA INJUSTIÇA, DE VALORES INVERTIDOS, DE TER QUE FICAR EM MÉDIA 2HRS ESPERANDO NO PONTO UM ONIBUS ADAPTADO, (MAS O CARNÊ DO IPTU MAIS CARO DO PAIS, CHEGA SEM ATRASO!), PARA ISTO MEU $ PRESTA! MAS O MEU DIREITO DE IR E VIR, PARA ONDE E HORA QUE QUISER NAO POSSO EXERCER! LOGICO QUE ISTO É UM PEQUENO EXEMPLO, DENTRO DE OUTROS GRANDE ABSURDOS, E NESCESSIDADES DA CIDADE, MAS... A VIDA CONTINUA, E VOU CONTINUAR LUTANDO, FAZENDO O BEM AO MEU PROXIMO... INFELIZMENTE SEI QUE NÃO PODEMOS MUDAR O MUNDO, NEN RESOLVER TODOS OS SEUS PROBLEMAS, MAS PELO MENOS O NOSSO REDOR PODEMOS TRANSFORMAR ALGUMAS VIDAS! BASTA TER BOA VONTADE, POIS COMO DIRIA O PAPA JOÃO PAULO II (QUE INDEPENDENTE DAS QUESTOES RELIGIOSAS, FOI UM GRANDE E SABIO HOMEM); "Se o mal prevalece, é porque o bem não se manifesta em sua plenitude!" UM GRANDE ABRAÇO A TODOS!
Quem ainda não viu o meu site, www.jacksonpaula.com
E conheçam os meus projetos e a minha história de vida!
MSN; heavensinc@hotmail.com
Comunidade; http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=4884558
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Esse texto foi retirado Blog "De Olho Em Praia Grande" (http://deolhoempraiagrande.blogspot.com neste endereço inclusive tem as fotos da matéria), cujo qual, nada tem a ver comigo! Só achei interessante o texto pois retrata bem o que uma pessoa que anda de cadeira de rodas, passa no seu dia-a-dia!
Sadismo para com os deficientes físicos
Este suposto estacionamento para deficientes físicos está localizado bem na divisa da Vila Tupi com a Cidade Ocian, bem na frente do número 6.802 da Castelo Branco. De estacionamento para deficiente não tem nada como você vai perceber.
Tente se colocar na posição de um deficiente físico. Imagine você, um deficiente físico, talvez um cadeirante, chegando de carro em Praia Grande. Andando pela Castelo Branco, encontra um lugar para parar seu carro pois o aviso diz que é um estacionamento para deficientes. Então você estaciona ali, desce com sua cadeira e fecha a porta do carro. Você olha para a esquerda, para a direita, para a trás e não encontra um lugar por onde possa acessar o calçadão e adentrar à praia. Mas você é percistente, acredita que o governo não erra (muito). Alguém deve ter deixado um lugar para você, deficiente, chegar à praia. Então você vai empurrando o pneu da sua cadeira e chega à avenida. Entre ônibus, caminhões, carros e motocicletas você olha e nada encontra de acesso. "Uma rampinha só já estaria de bom tamanho", você pensa. Você volta para seu carro e não sabe se entra no carro ou se pede uma ajuda. Você que pensou que o governo trabalha em prol do povo começa a se lamentar de ter parado numa cidade tão inóspita, tão gozadora daqueles que necessitam de cuidados especiais. Algumas pessoas que passam percebem que você está lá aflito e oferecem uma ajudinha. Duas moças e dois rapazes, cada um pega um lado da cadeira e o levanta até chegar a ciclovia e você pede para que o deixe lá que dali você se encarrega... Mas engano seu.
Depois do calvário para chegar à ciclovia, você não vai encontrar nenhuma rampa para chegar ao calçadão. Sabendo que esse é um problema menor, você sabe como ninguém a se equilibrar. Então levanta as duas rodas da frente da sua cadeira, e com impulso tenta subir com as outras duas de trás. Só que não dá certo e você cai de costas. Mais uma vez você naquela de condição de meio ser-humano é ajudado por populares e a sua idéia de independência do deficiente em uma cidade racional é desfeita e o pensamento da realidade de que você é apenas um peso para as autoridades vem à tona (embora você pague o mesmo imposto ou mais do que os outros).
Praia Grande é isso. É o fazer sem pensar. O fazer sem querer fazer porque só faz porque a lei obriga. Enquanto se gasta com obras desnecessárias, o necessário é jogado para segundo plano - para ser feito se sobrar algum dinheiro. O povo que caminha todos os dias por essa cidade, é maltratado, absurdamente maltratado diga-se de passagem (de desnível, claro).
O que você faria se estivesse na pele dele? Comente!
Acessem; www.jacksonpaula.com - SEM LIMITES PARA AS LIMITAÇÕES!
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Sadismo para com os deficientes físicos
Este suposto estacionamento para deficientes físicos está localizado bem na divisa da Vila Tupi com a Cidade Ocian, bem na frente do número 6.802 da Castelo Branco. De estacionamento para deficiente não tem nada como você vai perceber.
Tente se colocar na posição de um deficiente físico. Imagine você, um deficiente físico, talvez um cadeirante, chegando de carro em Praia Grande. Andando pela Castelo Branco, encontra um lugar para parar seu carro pois o aviso diz que é um estacionamento para deficientes. Então você estaciona ali, desce com sua cadeira e fecha a porta do carro. Você olha para a esquerda, para a direita, para a trás e não encontra um lugar por onde possa acessar o calçadão e adentrar à praia. Mas você é percistente, acredita que o governo não erra (muito). Alguém deve ter deixado um lugar para você, deficiente, chegar à praia. Então você vai empurrando o pneu da sua cadeira e chega à avenida. Entre ônibus, caminhões, carros e motocicletas você olha e nada encontra de acesso. "Uma rampinha só já estaria de bom tamanho", você pensa. Você volta para seu carro e não sabe se entra no carro ou se pede uma ajuda. Você que pensou que o governo trabalha em prol do povo começa a se lamentar de ter parado numa cidade tão inóspita, tão gozadora daqueles que necessitam de cuidados especiais. Algumas pessoas que passam percebem que você está lá aflito e oferecem uma ajudinha. Duas moças e dois rapazes, cada um pega um lado da cadeira e o levanta até chegar a ciclovia e você pede para que o deixe lá que dali você se encarrega... Mas engano seu.
Depois do calvário para chegar à ciclovia, você não vai encontrar nenhuma rampa para chegar ao calçadão. Sabendo que esse é um problema menor, você sabe como ninguém a se equilibrar. Então levanta as duas rodas da frente da sua cadeira, e com impulso tenta subir com as outras duas de trás. Só que não dá certo e você cai de costas. Mais uma vez você naquela de condição de meio ser-humano é ajudado por populares e a sua idéia de independência do deficiente em uma cidade racional é desfeita e o pensamento da realidade de que você é apenas um peso para as autoridades vem à tona (embora você pague o mesmo imposto ou mais do que os outros).
Praia Grande é isso. É o fazer sem pensar. O fazer sem querer fazer porque só faz porque a lei obriga. Enquanto se gasta com obras desnecessárias, o necessário é jogado para segundo plano - para ser feito se sobrar algum dinheiro. O povo que caminha todos os dias por essa cidade, é maltratado, absurdamente maltratado diga-se de passagem (de desnível, claro).
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