quarta-feira, 24 de setembro de 2008

UMA VIDA EM UMA CADEIRA DE RODAS!

AMIGOS, UMA HISTÓRIA REAL, DE UM JOVEM CADEIRANTE QUE VIVE ESTA REALIDADE, DECORRENTE DE UMA FATALIDADE QUE PODE ACONTECER COM QUALQUER UM! MAS A VIDA NÃO ACABA AI...SEM LIMITES PARA AS LIMITAÇÕES!

Uma vida em 4 rodas;
José Paulo, 22, teve a infância interrompida quando foi atingido por uma bala perdida. Por sorte, escapou com vida, mas isso o deixaria em uma cadeira de rodas. Conheça a sua história

Tudo começou quando José Paulo tinha 9 anos de idade. Ele voltava da escola para casa no meio da tarde, quando uma bala perdida de um tiroteio entre polícia e bandidos o acertou nas costas. Um ano e meio depois, ele voltou a estudar – só que numa cadeira de rodas. Até os quatorze, ele acreditava que voltaria a andar, mas aos poucos foi percebendo que seu futuro estava irremediavelmente preso a essa cadeira de rodas e a tudo que ela significa.

Parece uma história triste, uma dramalhão, e até poderia ser, mas José Paulo, um menino de olhos escuros e interessados, não tem tempo pra ficar resmungando. Vive sempre cercado de amigos pelo campus da UNIP, em que cursa o segundo ano de ciências da computação e trabalha numa empresa de telemarketing, (RARA E GRATA EXCEÇÃO!) mas seu sonho mesmo é desenvolver softwares que facilitem a vida de outros deficientes.

O mundo para o cadeirante
Em relação ao mercado de trabalho, José Paulo afirma que há bastantes vagas disponíveis, mas que as condições do transporte público são tão infelizes, que o candidato deficiente arruma o emprego, mas não consegue chegar até ele. “Todos os dias eu leio, no jornal, as pessoas reclamando da superlotação dos ônibus e metrô. Imagina como é pra quem é deficiente e ainda tem que contar com a ajuda e boa vontade dos outros passageiros? Não dá! Sair sozinho é difícil, as calçadas são superesburacadas e eu já caí algumas vezes e fiquei na santa paciência esperando alguém vir me ajudar”.

Mas todas essas limitações não o impedem de sair com os amigos, frequentar baladas e ir ao cinema. Não dá para ir a todos os lugares, mas ele garante que se diverte com tudo que pode fazer. “Eu sou igual, não sou normal porque isso não existe. A diferença é que minhas limitações são visíveis e as das outras pessoas estão escondidas”, desabafa.

José Paulo vai para a faculdade com um serviço especial da prefeitura chamado Atende, que segundo ele, é muito bom, mas insuficiente. “Eles não dão conta de atender tanta gente, e só podem nos levar para o trabalho, faculdade ou algum tratamento. Lazer não tem nada.”.

Desde que tudo aconteceu só existe uma coisa que o incomoda profundamente: “As pessoas te olham meio com pena e meio com medo, como se fosse um tipo de doença contagiosa. É ridículo isso...”, diz.

Bem-humorado, José Paulo conta que acaba levando essa reação na esportiva, já que não dá pra pegar uma furadeira e abrir a cabeça das pessoas. Com sua fala sossegada, ele lembra que deficiente (de qualquer idade) não pode ficar em casa, trancado no seu mundinho, se lamentando. Tem que batalhar e ser feliz! Recado dado.


O que você faria se estivesse na pele dele? Comente!

Acessem; www.jacksonpaula.com - SEM LIMITES PARA AS LIMITAÇÕES!
Para Vereador Praia Grande - 43.777 - Partido Verde
MSN; heavensinc@hotmail.com
Comunidade; http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=4884558

Nenhum comentário: